SISTEMAS E SOLUÇÕES

Sist. para Aeronaves de Asas Fixas
  - WAD - Wide Area Display
  - A-1 (AMX)
  - AF-1
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  - Aviônicos
  - C-95M e P-95M
  - Dash V
  - KC-390
  - F-5M
  - Simulador - Força Aérea - EHUD
  - Sistema de Guiagem por Acompanhamento de Relevo
  - T-27

Sist. para Aeronaves de Asas Rotativas
  - Anvis HUD
  - D-Atena
  - Micro-Atena
  - STAR - Kit de Guiagem a Laser

Aeronaves Remotamente Pilotadas
  - Skylark® I-LEX
  - Hermes® 90
  - Hermes® 450
  - Hermes® 900

Segurança Pública
  - Safe Border
  - Safe City
  - Safe Ports
  - Safe Sites
  - Sigop
  - Lorros
  - Seros
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  - Simulador Segurança Pública

Sistemas para Blindados
  - DVE - Sistema de Condução Noturna
  - Simuladores para o VBPT - Guarani
  - UT30BR

Sistemas de Comunicação
  - MIPR
  - mTMR
  - MSR-3400
  - SDR-7200HH

Sistemas de Navegação
  - EGI

Sistemas para Tropas a Pé
  - Display de Combate
  - JS EYEPIECE
  - PDU
  - RAPTOR
  - S-NAV

Sistemas Optrônicos
  - Aquisição e Designação de Alvo
  - Família ATENA
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  - Coral CR Atris
  - LIZ-M
  - Loris
  - MARS
  - Oasis

Contrato de Suporte Logístico
  - CLS
  - Login DCS

Sistemas Espaciais
  - Computador de Bordo
  - MMM - Microssatélite Multimissão Militar
  - Suprimento de Energia

Treinamento e Simulação
  - Forças Terrestres - Tatical e QG
  - Forças Terrestres - Treinamento ao Vivo
  - Forças Terrestres - Operadores
  - Forças Navais
  - Simulador Segurança Pública
  - Simulador - Força Aérea - EHUD
  - Simuladores para o VBPT - Guarani


 

Notícias
 
25/Jun/2012
Jornada Doutrinária CMS - O Futuro dos RCB em Discussão
 

Entre os dias 18 e 22 de junho a AEL Sistemas participou do seminário Jornada Doutrinária CMS, realizado pelo Comando Militar do Sul (CMS), com o objetivo de discutir a futura viatura a ser adotada pelos seus três Regimentos de Cavalaria Blindado (RCB), discutindo as características táticas que a viatura deverá possuir para poder realizar as missões sob a responsabilidade da unidade de choque das Brigadas de Cavalaria Mecanizada.

A mística da Cavalaria avançando pelos Pampas Gaúchos - Centro de Instrução de Blindados

Atualmente, o Exército Brasileiro (EB) possui quatro RCB, sendo três deles no Rio Grande do Sul (4º RCB, em São Luiz Gonzaga; 6º RCB, em Alegrete; e 9º RCB, em São Gabriel), e um no Mato Grosso do Sul (20º RCB, em Campo Grande), este subordinado ao Comando Militar do Oeste (CMO).

Com o programa Leopard 1A5 BR, o EB planejava padronizar sua frota de carros de combate (CC) com o blindado alemão Leopard 1, pois os novos 1A5 iriam equipar os Regimentos de carros de Combate (RCC). Os 1Be (conhecido no EB como Leopard 1A1), seriam transferidos para os RCB e os M60A3 TTS seriam baixados. Porém, devido à rápida obsolescência e inoperância dos Leopard 1Be, cuja operacionalidade ficou restrita a poucas dezenas, insuficientes para equipar quatro RCB, os planos tiveram que ser mudados. Pensou-se em diminuir o numero de blindados nos RCC para poder compor os RCB com os 1A5, mas as exigências contratuais de manutenção desses veículos, estabelecidas com a Krauss-Maffei Wegman (KMW), tornaram essa proposta inviável. A solução encontrada foi manter em funcionamento 28 CC M60A3 TTS, no 20º RCB, e equipar os RCB do Sul com 36 Leopard 1Be (12 para cada).

O problema para o CMS, além da reduzida quantidade de veículos nas unidades, é a baixa disponibilidade pelo mau estado de conservação dos carros, bem como a impossibilidade de obter peças sobressalentes, sobretudo no sistema de estabilização do canhão (do modelo SABCA, que equipou somente os Leopard 1 utilizados na Bélgica).

Assim, o EB alocou uma verba de R$ 2 milhões para a revitalização desses CC, para conseguir manter um grau mínimo de operacionalidade. Entretanto, ficou patente que aquele valor é insuficiente para a recuperação dos 36 blindados, pois foi orçado um custo individual de R$ 200 mil. Durante o seminário foram debatidas as dificuldades quanto aos Leopard 1Be e como melhor aproveitar aqueles recursos. Por outro lado, no dia 20, terceira jornada do evento, a KMW apresentou quatro propostas que não deixaram de surpreender:

1ª. Aquisição de um lote de blindados KMW Boxer 8X8, equipados com canhão de 105mm, a qual foi recusada pelo fato de se entender que o veículo do RCB deverá ser sobre lagartas;

2ª. Adquirir um lote de CC Leopard 2A4, de segunda mão, e recuperados pela KMW, nos mesmos moldes dos 1A5, que seriam transferidos para os RCC, enquanto que os 1A5 passariam para os RCB. Isso também foi declinado pela quase unanimidade dos presentes, devido ao alto custo operacional e pelas dimensões desses veículos;

3ª. Adquirir mais um lote de 120 CC Leopard 1A5, de segunda mão, metade oriunda dos estoques ainda existentes na Alemanha (informação que causou surpresa, pois teoricamente não existiria mais nenhum) e o restante de um terceiro país (provavelmente Grécia, Itália ou Turquia), que também seriam recuperados pela KMW, como os atuais. Esta oferta foi a que mais agradou;

4ª. E, a mais surpreendente, o desenvolvimento conjunto, entre a KMW e o EB, nos moldes do PFBMR, e a fabricação, lá em Santa Maria, de uma nova família de blindados sobre lagartas, incluindo um CC médio (40/45 toneladas), equipado com um canhão de 105mm, que teria um alto grau de comunidade de peças com o Leopard 1. Para melhor ilustrar foram apresentados slides sobre uma proposta similar apresentada no passado.

Apesar de diversas ideias e conclusões terem sido tiradas desses cinco dias, deve-se lembrar que esse seminário foi criado por um comando operacional e não pelo gestor. Portanto, as conclusões dali emanadas não têm o peso de uma decisão, levando apenas as discussões a uma esfera mais abrangente, apresentando soluções. É esperar para ver o que o futuro trará.





Por: Helio Higuchi e Paulo Roberto Bastos

 
 
 
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