SISTEMAS E SOLUÇÕES

Sist. para Aeronaves de Asas Fixas
  - WAD - Wide Area Display
  - A-1 (AMX)
  - AF-1
  - A-29 (EMB-314 Super Tucano)
  - Aviônicos
  - C-95M e P-95M
  - Dash V
  - KC-390
  - F-5M
  - Simulador - Força Aérea - EHUD
  - Sistema de Guiagem por Acompanhamento de Relevo
  - T-27

Sist. para Aeronaves de Asas Rotativas
  - Anvis HUD
  - D-Atena
  - Micro-Atena
  - STAR - Kit de Guiagem a Laser

Aeronaves Remotamente Pilotadas
  - Skylark® I-LEX
  - Hermes® 90
  - Hermes® 450
  - Hermes® 900

Segurança Pública
  - Safe Border
  - Safe City
  - Safe Ports
  - Safe Sites
  - Sigop
  - Lorros
  - Seros
  - Skeye
  - Simulador Segurança Pública

Sistemas para Blindados
  - DVE - Sistema de Condução Noturna
  - Simuladores para o VBPT - Guarani
  - UT30BR

Sistemas de Comunicação
  - MIPR
  - mTMR
  - MSR-3400
  - SDR-7200HH

Sistemas de Navegação
  - EGI

Sistemas para Tropas a Pé
  - Display de Combate
  - JS EYEPIECE
  - PDU
  - RAPTOR
  - S-NAV

Sistemas Optrônicos
  - Aquisição e Designação de Alvo
  - Família ATENA
  - Família Coral
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  - Coral CR Atris
  - LIZ-M
  - Loris
  - MARS
  - Oasis

Contrato de Suporte Logístico
  - CLS
  - Login DCS

Sistemas Espaciais
  - Computador de Bordo
  - MMM - Microssatélite Multimissão Militar
  - Suprimento de Energia

Treinamento e Simulação
  - Forças Terrestres - Tatical e QG
  - Forças Terrestres - Treinamento ao Vivo
  - Forças Terrestres - Operadores
  - Forças Navais
  - Simulador Segurança Pública
  - Simulador - Força Aérea - EHUD
  - Simuladores para o VBPT - Guarani


 

Notícias
 
09/Jan/2012
AEL dá mais um importante passo firmando-se como uma das maiores e mais significativas do País
 

Visando o amanhã

Tradicional empresa do Sul dá mais um importante passo firmando-se como uma das maiores e mais significativas do País

O calor era forte em Porto Alegre, capital do cada vez mais pujante Estado do Rio Grande do Sul, na tarde do dia 07 de dezembro último. Na sede da AEL Sistemas S/A, sucessora da antiga Aeroeletrônica Ltda, localizada atrás do Aeroporto Internacional Salgado Filho, o movimento de veículos e de pessoas era intenso. Personalidades do meio empresarial misturavam-se a autoridades militares, políticos e jornalistas. Porém, os semblantes normalmente sérios de quem lida com enormes responsabilidades e compromissos no dia a dia pareciam refletir as expressões joviais, enfeitadas por belos rostos e sorrisos simpáticos – típicos, aliás, da gente sul-riograndese - de dezenas de funcionários, mulheres e homens, daquela empresa cujas origens vêm de muito longe, lá da segunda metade da década de 1960.

De fato, a hoje conhecida como a “casa dos sistemas eletrônicos de defesa brasileira” surgiu dentro do Grupo Aeromot, fundado em 1967, pelos engenheiros Cláudio Barreto Viana e João Cláudio Jotz, do qual a Aeroeletrônica, a terceira companhia daquele grupo, ganhou vida em 1983 estimulada por um instrumento chamado Programa Industrial Complementar, ou PIC, promovido pela Força Aérea Brasileira (FAB), no sentido de apoiar o projeto binacional de construção do jato de ataque AMX (A-1). Foi um período muito valioso para a então recém chegada que se destacou naquela empreitada através não só da produção sob licença de determinados sistemas e equipamentos para o avião ítalo-brasileiro, mas também pelo desenvolvimento de outros. Contudo, sem dúvidas, a grande vitória obtida por aqueles pioneiros foi exatamente terem conseguido manter o empreendimento vivo, ao contrário de vários que também foram fomentados no âmbito do PIC e que vieram a desaparecer diante da conjuntura adversa que se instalou para o segmento no Brasil a partir do final dos anos de 1980.

CONSOLIDANDO

Com atuação de ponta no seu amplo campo de negócios, que vai, de aviônicos e sistemas eletrônicos de uso civil e militar, equipamentos para satélites, integração e automação, soluções de comando e controle a sistemas computadorizados de gerenciamento de frotas de veículos e utilização de tecnologia de identificação por rádio frequência para aplicação nos mercados de energia, celulose, sucroalcooleiro e transportes, a Aeroeletrônica esteve sempre presente nos grandes programas da FAB, como o T-27 Tucano.

Foi a partir dessa constância sempre lastreada na capacidade técnica de seu quadro profissional que, com o advento do ALX (A/T-29 Super Tucano) e a modernização dos caças F-5E Tiger que a empresa teve o seu processo de consolidação e crescimento definitivamente alavancado. A Elbit Systems, vencedora da licitação para os aviônicos para essas aeronaves, e por exigência do governo brasileiro, teve a necessidade de estabelecer uma base firme no País e, assim, optou por adquirir a Aeroeletrônica, em 2001, que iniciou uma nova e extremamente profícua etapa em sua trajetória. Uma das maiores vantagens resultantes da venda foi poder usufruir, na prática, do conceito israelense de transferência de tecnologia “que é total, é sentar e fazer junto”, conforme explicou o engenheiro Paulo Renato Jotz, diretor de marketing da Aeroeletrônica que, no início de 2011, mudou sua razão social para AEL Sistemas S/A. “É um processo complexo, que demanda mais tempo a cada fase, desde o domínio dos processos de manutenção e fabricação até se chegar ao planejamento e desenvolvimento de equipamentos e sistemas. Nossa mão de obra, brasileira, é da melhor qualidade, correspondendo plenamente, e tem impressionado positivamente nos estágios feitos regularmente em Israel, nas instalações da Elbit”, disse Paulo Renato à reportagem de T&D. Sob este aspecto, por sinal, dos atuais 240 empregados (número que deve aumentar para 500, até 2015), a grande maioria tem graduação superior nas áreas de Ciências da Computação, Engenharia Eletrônica e de Sistemas.

Com esse portfólio todo, a AEL Sistemas S/A, que possui as principais certificações de qualidade como as normas NBR ISO 9001:2008 e NBR 15100: 2004, RBQA 2110, bem como da Diretoria de Material Aeronáutico e Bélico (DIRMAB) e Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (DCTA), ambos órgãos do Comando da Aeronáutica, da Diretoria de Material de Aviação do Exército e Diretoria de Aviação da Marinha, tem continuado a atuar em programas como a modernização dos A-4, da Marinha do Brasil; do A-1 e C-95 Bandeirante, da Força Aérea; promovendo a exportação de aviônicos por ela produzidos; efetuando suporte logístico contratado (CLS), dentre outros. Recentemente forneceu o veículo aéreo não tripulado (VANT) Hermes 450 para a FAB e se prepara para trabalhar em projetos como o helicóptero médio EC725, na modernização dos AS350 do Exército, estando habilitada ainda para participar, se solicitada, da modernização das aeronaves COD/AAR, da Marinha, por exemplo, replica watches ou mesmo com o vencedor do FX-2. Isso,é claro, em conjunto com um contínuo investimento em pesquisas e inovação que se traduzem em novas aquisições para o acervo tecnológico nacional.


O FUTURO JÁ CHEGOU

Dessa forma, não fica difícil entender o clima participativo e de satisfação que podia ser sentido e revelado pelas atitudes observadas naquele momento festivo em Porto Alegre. E, não era uma confraternização de final de ano, e nem se comemorava a inclusão da AEL Sistemas S/A, por uma publicação especializada, no ranking das 30 melhores empresas gaúchas para se trabalhar. Havia um outro motivo, não menos significativo. Na verdade, a cerimônia liderada pelo diretor-presidente desde 2007, o executivo Shlomo Erez, marcou o lançamento da pedra fundamental de uma obra que vai quadruplicar a área construída que passará a ter 10 mil metros quadrados, em um espaço total de 28 mil metros quadrados.

Tendo como prazo de conclusão o mês de outubro de 2012 e a um custo de aproximadamente R$ 20 milhões, o novo prédio vai abrigar um Centro Tecnológico de Sistemas de Defesa onde, ao lado de outros equipamentos, serão também produzidos e integrados os complexos sistemas eletrônicos da estação de armas remotamente controlada (UT30BR) que vai equipar os blindados da família do Guarani, do Exército Brasileiro, podendo atuar na integração de torres para outros veículos como os M113, Clanf e Piranha ou no desenvolvimento daquilo que é chamado de “tanquiônicos”, para os carros de combate Leopard 1A5, sistemas de comunicação e rádio-enlace de dados, para citar apenas alguns dos muitos projetos em maturação e que abrangem terra, mar, ar, espaço e o ambiente cibernético. Assim, a AEL Sistemas S/A fechou 2011 com “chave de ouro”, um ano com projeção de crescimento no faturamento da ordem de 50%, devendo chegar a US$ 60 milhões, com expectativas de manter um ritmo positivo anual de 30% de incremento das receitas. Os acontecimentos registraram, também, a criação da Harpia Sistemas S/A, em parceria com a Embraer Defesa e Segurança, para o desenvolvimento e fabricação de VANTs e, ao mesmo tempo, a venda de 25% das ações do seu capital para a própria Embraer. Um particular significado do Centro a ser erguido é que, em conjunto com a existência de importantes empresas do setor no Rio Grande do Sul, a região passará a ser um dos polos de tecnologia de defesa no País.

Fonte: Revista Tecnologia e Defesa
Matéria: Francisco Ferro
Foto: Cleber Passus

 
 
 
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