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Notícias
 
04/Out/2013
Produção do primeiro microssatélite brasileiro deve ser iniciada em 2014
 

Nesta fase, plataforma espacial de pequeno porte voltada à defesa possui 90% de tecnologia gaúcha


Neves e Arend fizeram o lançamento do modelo que vai atuar em missões militares

Com previsão de lançamento em dezembro de 2015, o primeiro Microssatélite Multimissão Militar (MMM-1) do País, que será desenvolvido a partir de 2014 pela gaúcha AEL Sistemas, teve seu modelo apresentado na manhã de sexta-feira, durante inauguração do Centro de Desenvolvimento e Industrialização de Equipamentos Aeroespaciais da empresa. A plataforma espacial de pequeno porte, que deverá apoiar o setor de Defesa brasileiro na aplicação em missões militares, como comunicação tática e sensoriamento remoto, contará com 90% de tecnologia gaúcha para todos os subsistemas. “Apenas alguns dos componentes serão importados”, garante o diretor de tecnologia da AEL, Marcos Arend. Os demais, emenda, serão produzidos em solo gaúcho, a exemplo do micromotor elétrico (Microthruster), desenvolvido pela Unisinos.

A tecnologia da Unisisnos será utilizada para ajustar a órbita do satélite, que, devido a sua massa (10 kg) e tamanho (semelhante ao de uma caixa de whisky) é considerada uma solução de rápida resposta e baixo custo para resoluções de defesa e segurança nacional. Outras universidades, como a Pucrs e a Ufrgs, integram o projeto que ainda prevê a criação de um polo espacial no Rio Grande do Sul, que contará também com o apoio do governo gaúcho, via Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI). De acordo com Arend, o investimento total previsto para a fabricação do MMM-1 gira em torno de R$ 43 milhões. Este será o primeiro projeto do polo gaúcho, e os recursos estão sendo disputados a partir do edital Inova Aerodefesa, da Agência Brasileira de Inovação - Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

“Vencemos a primeira etapa e estamos esperançosos de que seremos contemplados na próxima”, afirma o vice-presidente de Operações da AEL, Vitor Neves, referindo-se ao resultado final do edital, a ser divulgado em dezembro deste ano, após avaliação do plano de negócios - que tem prazo de entrega para a próxima quinta-feira, dia 10 de outubro. Segundo Neves, caso o projeto não seja contemplado, a empresa deve dar continuidade ao trabalho, “em menor velocidade”, uma vez que será preciso buscar recursos em outras fontes. “Uma vez contemplados, pretendemos lançar o primeiro microssatélite brasileiro em dois anos, junto com o lançamento do primeiro foguete Cyclone 4, da Alcântara Cyclone Space”, pondera. Quando em órbita, o MMM 1 deve atingir 700 km de altitude, durante mais de 24 meses. À medida que se incluir no microssatélite capacidade de controle de órbita e de altitude, a nacionalização da tecnologia deve baixar para 80%. “Neste caso, já se terá atingido a capacidade de voo de patamar internacional (MMM-3)”, versão melhorada, que deve levar até sete anos para ser desenvolvida.

Presente na apresentação do modelo e na inauguração do novo Centro de Desenvolvimento da AEL, o governador Tarso Genro destacou a “satisfação pessoal” em acolher “um investimento com capacidade tecnológica excepcional, que representa uma vanguarda há muito tempo almejada”. “Queremos que o Estado seja constituído de um polo espacial de referência para América Latina.” O presidente da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção de Investimento (AGDI), Ivan De Pellegrin, ressaltou “que esta oportunidade representa um conjunto de esforços e ações estratégias”, que incluem o Ministério da Defesa e a Agência Aeroespacial Brasileira. Entre as ações da AGDI, duas missões, uma ao Canadá e outra ao Japão, já captaram possíveis parceiros (ainda em fase de análise).

A secretária adjunta de Ciência e Tecnologia, Ghissia Hauser, destaca que a principal vantagem do MMM-1 será sua utilização para a segurança nacional, com demanda reprimida. “Em um momento de guerra cibernética, a exemplo do que se presenciou com a presidente Dilma, não termos nossos próprios satélites significa dependermos da tecnologia alheia e que outros países saibam sempre o que estamos fazendo.”

Fonte: Jornal do Comércio

 
 
 
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